
terça-feira, dezembro 30, 2008
A ida ao circo (por Filipa)

segunda-feira, dezembro 29, 2008
POR FILIPA
MAS TUDO ISTO SÓ PARA DIZER, QUE TENHAM UM FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!!!
domingo, dezembro 28, 2008
Feliz Ano Novo ( profª Graça)

Espero que tenham passado uma consoada recheada de amor e carinho na companhia das vossas famílias!!
Através desta mensagem quero agora desejar-vos um FELIZ ANO NOVO repleto de coisas boas... E se Deus quiser para o ano de 2009 lá nos encontraremos na sala 1 ( a maior!!!!) de S. Victor para continuarmos a partilhar as nossas vidas.
Feliz Ano Novo para as "amélias", para os "amélios" e respectivas famílias.
Beijinhos e abracinhos!!!!!!!!!!!!!!
Graça Campos
sábado, dezembro 27, 2008
Olá amiguinhos!
Olá amiguinhos estou cheia de saudades vossas, mas agora vou contar-vos como correu o meu Natal. Enquanto os meus pais preparavam tudo eu fazia os postais e quando fui ver a mesa estava posta com rabanadas, sonhos, bolos e muito mais... Depois fomos todos para a mesa, a comida estava óptima!!! Depois abrimos as prendas... Quando começar a escola eu digo-vos o que recebi.
Beijinhos e feliz ano novo!
Maria Manuel
quarta-feira, dezembro 24, 2008
Feliz Natal!!!
terça-feira, dezembro 23, 2008
É Natal!
Feliz Natal e muitas felicidades para o próximo ano.
São os votos do Pedro para o 4ºA.
Espreitem o comentario...
Leiam o comentário ao postal de natal com o comboiinho.
Aproveito para agradecer as palavras e para agradecer à Prof. Graça, porque também contribui para a felicidade e sucesso dos nosso filhos.
Paula
sexta-feira, dezembro 19, 2008
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Temas para o blog (profª Graça)

Olá a todos!
Venho deixar-vos aqui alguns temas que poderão servir para reflexão:
- Preparação da sala de aula para o Natal;
- Festa de Natal da turma (distribuição de prendas e lanche);
- Ida ao circo.
Beijinhos a abracinhos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quinta-feira, dezembro 11, 2008
A aula das estagiárias (Filipa)

quarta-feira, dezembro 10, 2008
Olá amigos e companhia
segunda-feira, dezembro 08, 2008
PNEP - Natal das Bruxas

Gustavo Francisco
08/12/2008
domingo, dezembro 07, 2008
Clube de Leitura - Pânico nos Himalaias

Título do livro: Pânico nos Himalaias
Autor: Geronimo Stilton
Ilustradores: Larry keys e Ratterto Rattonchi
Ano de Edição: 2006
Tipo de texto: prosa
Personagens principais: Geronimo Stilton, Tea Stilton, Esparrela Stilton, Benjamim Stilton e professor Volt.
Outras personagens: Taxista, Ratiru, os Yetis e os sherpas.
Tipo de leitura: aventura
O livro que li fala de...
Geronimo Stilton recebe um telefonema de perigo e decide ir ajudar o seu amigo professor Volt, aos Himalaias! Com a ajuda da sua família parte e vê Yetis e ao seguir um acaba por encontrar o professor Volt, que lhe pede para não publicar a noticia de que os Yetis existem no seu jornal (porque ele é o director). Como ele tinha que escrever algo que fizesse as vendas do jornal aumentar escreveu sobre um mamute! Eu gostei muito desta história!
Gustavo Francisco
07/12/2008
sábado, dezembro 06, 2008
ELES EXISTEM !!!!!!
Obrigada João Pedro!
Maria Manuel
A festa de Natal da Junta de freguesia 2008
Foi muito divertido! No fim deram-nos um lanche e nós, a professora Graça e também as estagiárias (porque as estagiárias também foram connosco) voltámos para o autocarro e no autocarro seguimos caminho para a escola! Eu gostei imenso deste dia!
Gustavo Francisco
05/12/2008
Correcção
Peço desculpa pelo erro e aproveito para dizer que o blog está um espectáculo!
Gustavo Francisco
05/12/2008
Ficha de Leitura

Autor: João Pedro Mésseder
Ilustrador: Alex Gozblau
Ano de Edição: 2007
Editora: Caminho
Tipo de texto: prosa
Personagens principais: Portugal e o «homem da bicicleta»
Outras personagens: policia, Salazar, soldados e Caetano
Tipo de leitura: romance
O livro que li fala de: um menino que se chamava Portugal que não tinha os mesmos direitos que as outras crianças, por exemplo: não ia à escola, tinha um emprego… Até que um dia um homem que passou por ali foi-lhe trazendo livros e explicava-lhe o que era o mundo sem ser «a cultivar couves». Portugal foi preso por conspirar contra a ditadura, mas saiu da prisão e com a ajuda do povo português vence a ditadura!
Gustavo Afonso
05/12/2008
sexta-feira, dezembro 05, 2008
DATA DO JANTAR MARCADA - DIA 10 de JANEIRO
A data do jantar foi finalmente marcada - 10 DE JANEIRO.
Antes das aulas terminarem, os meninos vão levar para casa uma ficha de inscrição, para que confirmem até dia 7 de Janeiro quantas pessoas vão estar presentes.
O jantar será nos mesmos moldes do ano passado, e será no La Castañuela.
Paula
quinta-feira, dezembro 04, 2008
PARABÉNS!!!!!!!
quarta-feira, dezembro 03, 2008
por paulo
Autor(a):Judy Hamiltow
Ilustrador(a): R.James Binnil
ANO DE EDIÇÃO: Outubro de 1994
EDITORA: Republica
TIPO DE TEXTO: Prosa
PERSONAGENS PRINCIPAIS: Os três cabritos
OUTRAS PERSONAGENS: O gigante
TIPO DE LEITURA: Aventura
Livro que li falava de
Fala que três cabritos não tinham erva para comer.Um dia viram uma ponte que no outro
lado tinha uma erva tão verde, tão verde, que até o bode mais pequeno foi para a ponte e então apareceu um gigante que lhe disse:
-Eu vou devorar-te!
Não, devore o bode médio.-disse o bode mais pequeno.
E foi o bode médio atravessar a ponte então ao mesmo tempo apareceu o gigante e disse:
-Vou devorar-te !
Não devore o bode mais velho.-disse o bode médio.
Então entrou o bode mais velho.
E o gigante disse:
-Vou devorar-te.
E o gigante deu mais um passo e o bode com os seus chifres redondos colocou a cabeça
para baixo e atirou o gigante pela corrente abaixo.
E os bodes viveram felizes para sempre sem o gigante vir novamente.
21-11-08
terça-feira, dezembro 02, 2008
Hino Nacional Português - A Portuguesa
domingo, novembro 30, 2008
Actividade - O que eu sei sobre a República Portuguesa (por Gonçalo)
Quem foi o último Rei de Portugal

REI DOM MANUEL II
Nasceu a 15 de Novembro de 1889 e faleceu a 2 de Julho de 1932 em Twickenham, Inglaterra.
D. Manuel II sucedeu ao seu pai, o rei D. Carlos I, depois do assassinato brutal deste e do seu irmão mais velho, o Príncipe Real D. Luís Filipe, a 1 de Fevereiro de 1908.
Consumada a vitória republicana em Lisboa e a adesão do resto do país ao novo regime, D. Manuel II decidiu-se pelo exílio, embarcando na Ericeira no iate real Amélia.
O rei ainda tencionou seguir para o Porto, mas os oficiais a bordo demoveram-no dessa intenção. Desembarcou em Gibraltar, de onde seguiu para o Reino Unido, onde foi recebido pelo rei Jorge V.
Fixou residência em Fulwell Park, Twickenham, nos arredores de Londres, local para onde seguiram os seus bens particulares. Aí procurou recriar um ambiente português, à medida que fracassavam as tentativas de restauração monárquica (em 1911, 1912 e 1919).
Em 4 de Setembro de 1913 D. Manuel casou com D. Augusta Vitória, princesa de Hohenzollern-Sigmaringen, que era ainda sua prima (por ser neta da Infanta D. Antónia de Bragança), mas não teve descendência. D. Manuel dedicou-se então aos estudos e escreveu um tratado sobre literatura medieval e renascentista em Portugal. Continuou a seguir de perto a política portuguesa, gozando de alguma influência junto de alguns círculos políticos.
Admirador do espírito britânico, foi ele um dos que defendeu a entrada de Portugal na Primeira Guerra Mundial, participando activamente na Cruz Vermelha Britânica. Uma prova de reconhecimento dos ingleses para D. Manuel e para com Portugal foi o facto de Jorge V o ter convidado a ocupar um lugar a seu lado na tribuna de honra do desfile da vitória, em 1919.
O rei, apesar de deposto e exilado, teve sempre um elevado grau de patriotismo, o que o levou, em 1915, a declarar no seu testamento a intensão de legar os seus bens pessoais (os da Casa de Bragança), ao Estado Português, manifestando também a sua vontade de ser sepultado em Portugal.
Faleceu inesperadamente na sua residência, em 2 de Julho de 1932, vítima de um edema da glote. O Governo Português, chefiado por Salazar, autorizou a sua sepultura em Lisboa, organizando funerais de estado. Os seus restos mortais chegaram a Portugal, em 2 de Agosto, sendo sepultados no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa.
Passou à história com o cognome de O Patriota (pela preocupação que os assuntos pátrios sempre lhe causaram), sendo também chamado de O Desventurado (em virtude da Revolução que lhe retirou a coroa), O Estudioso ou o Bibliófilo (devido ao seu amor pelos livros antigos e pela literatura portuguesa); os monárquicos de hoje, chamam-lhe O Rei-Saudade (pela saudade que lhes deixou, após a abolição da monarquia).
Depois da sua morte em 1932, a chefia da casa real portuguesa passou para D. Duarte Nuno de Bragança, seu primo, neto do rei D. Miguel I, uma vez que o falecido monarca tinha procurado aproximar os dois ramos desavindos da família, através do Pacto de Dover.
Após a sua morte, e dando cumprimento às suas disposições testamentárias, o governo português constituíu com os seus bens a Fundação da Casa de Bragança.
Quem foi o primeiro Presidente da República

Manuel de Arriaga
Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue (8 de Julho de 1840, Horta - 5 de Março de 1917) foi o primeiro presidente da República Portuguesa, eleito, sucedendo a Teófilo Braga (do Governo provisório, que iria, posteriormente suceder após a abdicação de Manuel Arriaga).
Estudou na Universidade de Coimbra, de 1860 a 1865. Membro do Partido Republicano, foi eleito, quatro vezes, deputado pelo círculo da Madeira (de 1882 a 1892), de cujo directório fazia parte, juntamente com Jacinto Nunes, Azevedo e Silva, Bernardino Pinheiro, Teófilo Braga e Francisco Homem Cristo.
Considerado um orador notável, muitos dos seus discursos deram um impulso não negligenciável à causa republicana. Não partilhava, porém, o anti-clericalismo próprio dos primeiros republicanos portugueses.
Anticlericalismo é um movimento histórico que se caracteriza por condenar a influência dominante de instituições religiosas, especialmente do clero da Igreja Católica (padres, sacerdotes), sobre aspectos sociais e políticos da vida pública. A sua atitude denota uma crítica à instituição eclesiástica e à hierarquia católica em geral. Não implica necessariamente em anticristianismo. Pode-se ser anticlerical e cristão. O anticlericalismo propugna pela separação e não interferência entre as esferas do poder religioso e do civil. O activista anticlerical critica a acção política das instituições religiosas. Muitos artistas manifestaram o seu anticlericalismo através das suas obras, como Gil Vicente, Goya, Eça de Queirós dentre outros. O anticlericalismo é mais frequente no cristianismo, mas há atitudes anticlericais nas demais religiões. Foi uma característica importante no renascimento.
Depois da instauração da República, Manuel de Arriaga, ao ser eleito Presidente, tentou reunificar o partido que, entretanto, se desmembrava em diferentes facções: esforço sem resultados. O seu mandato foi atribulado devido a incursões monárquicas movidas por Paiva Couceiro. Foi substituído pelo professor Teófilo Braga, em 1915. Morria em Lisboa, dois anos depois.
Foi sepultado em jazigo de família no cemitério dos Prazeres e transladado para o Panteão Nacional de Santa Engrácia (ver aqui ), cumprindo decisão votada por unanimidade pela Assembleia da República, em 16 de Setembro de 2004.
Quem é o actual Presidente da República

Aníbal Cavaco Silva
Aníbal Cavaco Silva tomou posse como 19º Presidente da República Portuguesa em 9 de Março de 2006. Fora eleito, à primeira volta, no escrutínio presidencial de 22 de Janeiro, ao qual se apresentou com uma candidatura pessoal e independente.
Afirmando que os desafios que Portugal enfrenta exigem uma magistratura presidencial que favoreça consensos alargados em torno dos grandes objectivos nacionais, o Prof. Aníbal Cavaco Silva iniciou o seu mandato defendendo a promoção de uma estabilidade dinâmica no sistema político democrático e uma cooperação estratégica entre os vários poderes.
O Presidente Cavaco Silva preconizou, ainda, uma intervenção activa de Portugal na União Europeia, bem como a importância da construção de uma relação transatlântica saudável.
Nascido a 15 de Julho de 1939, em Boliqueime, Loulé (Algarve), o Presidente Aníbal Cavaco Silva tem o seu nome associado, como Primeiro-Ministro, ao período da mais duradoura estabilidade política registado em Portugal nas últimas décadas, a um ciclo de grandes transformações económicas e sociais e de modernização do País, a um tempo em que os Portugueses recuperaram o optimismo e ganharam maior confiança no futuro.
Único líder partidário a conquistar duas maiorias absolutas consecutivas, o que o tornou no Primeiro-Ministro português que mais tempo permaneceu em funções em democracia (1985-1995), Cavaco Silva deixou, nos seus mandatos como governante, uma marca de determinação e firmeza na aplicação de um vasto conjunto de reformas estruturais, que promoveram a democratização e a liberalização da sociedade e da economia portuguesas.
Cavaco Silva foi um protagonista activo no processo que conduziu à aceleração da construção europeia, em resposta à nova realidade geopolítica que sucedeu à queda do Muro de Berlim, assumindo papel central em algumas grandes decisões, influenciando as opções inscritas no Tratado de Maastricht – a propósito, designadamente, da coesão económica e social e das situações específicas dos estados-membros – e garantindo a adesão do escudo ao Sistema Monetário Europeu, criando condições para a integração de Portugal no primeiro grupo de países da moeda única europeia.
Aníbal Cavaco Silva imprimiu uma nova dinâmica à política externa portuguesa, no reforço do papel pró-activo de Portugal nas suas relações bilaterais e multilaterais, assim como em vários palcos regionais.
Em 7 de Setembro de 1995, foi distinguido na Alemanha com o Prémio Carl Bertelsmann que a prestigiada Fundação Bertelsmann decidiu atribuir a Portugal pelo sucesso das políticas de melhoria do mercado de trabalho e de luta contra o desemprego, enquanto Aníbal Cavaco Silva exerceu o cargo de Primeiro-Ministro. A escolha de Portugal resultou de uma análise comparativa de 17 países europeus, efectuada pelo Instituto para a Política Económica e Investigação Conjuntural da Universidade de Witten-Herdecke. Recebeu ainda o prémio Joseph Bech (1991), no Luxemburgo, e a medalha Robert Schuman (1998), pela sua contribuição para a construção europeia, e o Freedom Prize (1995), na Suíça, concedido pela Fundação Schmidheiny, pela sua acção como político e economista.
Tendo-se afastado da vida política activa entre 1995 e 2005, período durante o qual retomou a sua actividade académica, o Presidente Cavaco Silva manteve, todavia, uma marcante participação cívica, nomeadamente através de intervenções pontuais sobre questões nacionais e internacionais, caracterizadas por elevados padrões de rigor, exigência e credibilidade, que sempre constituíram marca da sua actuação pública, enquanto académico e como homem político.
Aníbal Cavaco Silva é licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, Lisboa, e doutorado em Economia pela Universidade de York, Reino Unido. Foi docente do ISCEF, Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e, quando foi eleito Presidente da República, era Professor Catedrático na Universidade Católica Portuguesa.
Foi investigador da Fundação Calouste Gulbenkian e dirigiu o Gabinete de Estudos do Banco de Portugal, instituição à qual regressou posteriormente como consultor. Exerceu o cargo de ministro das Finanças e do Plano em 1980-81, no governo do primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro, e foi presidente do Conselho Nacional do Plano entre 1981 e 1984. Presidiu ao Partido Social Democrata (PSD) entre Maio de 1985 e Fevereiro de 1995.
O Presidente Cavaco Silva é Doutor Honoris Causa pelas Universidades de York (Reino Unido), La Coruña (Espanha) e Goa (Índia), membro da Real Academia de Ciências Morais e Políticas de Espanha, do Clube de Madrid para a Transição e Consolidação Democrática e da Global Leadership Foundation.
Aníbal Cavaco Silva cumpriu o serviço militar como oficial miliciano do Exército, entre 1962 e 1965, em Lourenço Marques (actual Maputo), Moçambique.
É casado com Maria Alves da Silva Cavaco Silva. O casal tem dois filhos e quatro netos.
Simbolos associados à República

Bandeira da Monarquia
A bandeira da monarquia era azul e branca, dividida em partes diferentes tal como a nossa.
Também tinha o brasão, chamado de "escudo nacional", e a esfera armilar.
Mas havia outra diferença : a bandeira da monarquia tinha uma a coroa por cima do brasão.
O azul e o branco tinham sido escolhidos como "cores nacionais" há 200 anos. Mas essas cores já existiam na bandeira há centenas de anos!(com D. Afonso Henriques)
Esta bandeira foi usada pelos monarcas Rainha Dona Maria II (1833-1853), El-Rei Dom Pedro V (1853-1861), El-Rei Dom Luís (1861-1889), El-Rei Dom Carlos (1889-1908) e El-Rei Dom Manuel II (1908-1910).
Bandeira também usada para representar a nação. Já é parecida com a nossa, porque não está dividida exactamente ao meio.

Bandeira Nacional
A Bandeira Nacional foi implementada, após a instauração do regime republicano, através de um decreto da Assembleia Constituinte datado de 19 de Junho de 1911, substituindo a Bandeira da Monarquia Constitucional que vigorava até então.
Como é a Bandeira de Portugal?
A Bandeira Nacionalde Portugal é dividida verticalmente com duas cores fundamentais: verde escuro do lado esquerdo (ocupando dois quintos) e encarnado do lado direito (ocupando três quintos). Ao centro, sobre a união das duas cores, tem o Escudo das Armas Nacionais, e a Esfera Armilar Manuelina, em amarelo e com contornos a negro.
O que significam as cores da Bandeira Nacional?
O vermelho, é a cor da força, do calor, da virilidade, da coragem e da alegria e faz lembrar o sangue derramado pelos portugueses nas batalhas em que participaram.
O verde é a cor da esperança e foi escolhida para consagrar a Revolta de 31 de Janeiro de 1891, onde esta cor deu a vitória aos portugueses.
O branco, ao cento da bandeira, é a cor de singeleza, de harmonia e de paz, e que assinala o ciclo épico das nossas descobertas marítimas".
O que significam os símbolos da Bandeira Nacional?
A esfera armilar manuelina, que já fora adoptada como emblema pessoal de D. Manuel I, consagra a epopeia marítima dos descobrimentos portugueses.
O escudo branco com as quinas representa a bravura, tenacidade, diplomacia e audácia com que foi efectuada a defesa na nacionalidade portuguesa.
As cinco Quinas, a azul que estão no escudo, representam as primeiras batalhas na conquista do País (os cinco reis mouros vencidos na Batalha de Ourique por D. Afonso Henriques). Em cada uma das quinas estão cinco pontos brancos que representam as chagas de Cristo que ajudou D. Afonso Henriques a vencer esta batalha.
Os sete castelos amarelos que estão na faixa carmezim que rodeia o escudo representam os castelos tornados aos mouros por D. Afonso III.
Hino Nacional A Portuguesa

Heróis do mar, nobre Povo
Nação valente, imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Composição: Alfredo Keil
Henrique Lopes de Mendonça.

Guerra da Restauração
O esforço nacional foi mantido durante vinte e oito anos, com o qual foi possível suster as sucessivas tentativas de invasão dos exércitos de Filipe III e vencê-los nas mais importantes batalhas, assinando o tratado de paz definitivo em 1668. Esses anos foram bem sucedidos devido à conjugação de diversas vertentes como a coincidência das revoltas na Catalunha, os esforços diplomáticos da Inglaterra, França, Holanda e Roma, a reorganização do exército português, a reconstrução de fortalezas e a consolidação política e administrativa.
Paralelamente, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, como também de Angola e de São Tomé e Príncipe (1641-1654), restabelecendo o poder atlântico português. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a só obter lucro com a cana-de-açúcar do Brasil.
pesquisado por Gonçalo
Antecedentes - Crise de sucessão de 1580
Nas Cortes de Tomar de 1581, Filipe II de Espanha é aclamado rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal ficou privado de rei natural, sob o que se tem designado por "domínio filipino".
Com o primeiro dos Filipes (I de Portugal, II de Espanha), não foi atingida de forma grave a autonomia política e administrativa do Reino de Portugal. Com Filipe III de Espanha, porém, começam os actos de desrespeito ao juramento de Filipe II em Tomar. Em 1610, surgiu um primeiro sinal de revolta portuguesa contra o centralismo castelhano, na recusa dos regimentos de Lisboa a obedecer ao marquês San-Germano que de Madrid fora enviado para comandar um exército português.
No início do reinado de Filipe III, ao estabelecer-se em Madrid a política centralista do Conde-duque de Olivares, o seu projecto visava a anulação da autonomia portuguesa, absorvendo por completo o reino de Portugal. Na Instrucción sobre el gobierno de España, que o Conde-Duque de Olivares apresentou ao rei Filipe IV, em 1625, tratava-se do planeamento e da execução da fase final da sua absorção, indicando três caminhos:
1º - Realizar uma cuidadosa política de casamentos, para confundir e unificar os vassalos de Portugal e de Espanha;
2º - Ir o rei Filipe IV fazer corte temporária em Lisboa;
3º - Abandonar definitivamente a letra e o espírito dos capítulos das Cortes de Tomar (1581), que colocava na dependência do Governo autónomo de Portugal os portugueses admitidos nos cargos militares e administrativos do Reino e do Ultramar (Oriente, África e Brasil), passando estes a ser Vice-reis, Embaixadores e oficiais palatinos de Espanha.
A política de casamentos seria talvez a mais difícil de concretizar, conseguindo-se ainda assim o casamento de Dona Luísa de Gusmão com o Duque de Bragança, a pensar que dele sairiam frutos de confusão e de unificação entre Portugal e Espanha. O resultado veio a ser bem o contrário.
A reacção à política fiscal de Filipe IV vai tomar a dianteira no processo que conduz à Restauração de 1640. Logo em 1628, surge no Porto o " Motim das Maçarocas", contra o imposto do linho fiado. Mas vão ser as " Alterações de Évora", em Agosto de 1637, a abrir definitivamente o caminho à Revolução.
Nas "Alterações de Évora", o povo da cidade deixava de obedecer aos fidalgos e desrespeitava o arcebispo. A elevação do imposto do real de água e a sua generalização a todo o Reino de Portugal, bem como o aumento das antigas sisas, fez subir a indignação geral, explodindo em protestos e violências. O contágio do seu exemplo atingiu quase de imediato Sousel e Crato; depois, as revoltas propagaram-se a Santarém, Tancos, Abrantes, Vila Viçosa, Porto, Viana do Castelo, a várias vilas do Algarve, a Bragança e à Beira.
Em 7 de Junho de 1640 surgia também a revolta na Catalunha contra o centralismo do Conde-Duque de Olivares. O próprio Filipe IV manda apresentar-se em Madrid o duque de Bragança, para o acompanhar à Catalunha e cooperar no movimento de repressão a que ia proceder. O duque de Bragança recusou-se a obedecer a Filipe IV. Muitos nobres portugueses receberam semelhante convocatória, recusando-se também a obedecer a Madrid.
Sob o poder de Filipe III, o desrespeito pelo juramento de Tomar (1581) tinha-se tornado insuportável: nomeados nobres espanhóis para lugares de chefia militar em Portugal; feito o arrolamento militar para guerra da Catalunha; lançados novos impostos sem a autorização das Cortes. Isto enquanto a população empobrecia; os burgueses estavam afectados nos seus interesses comerciais; e o Império Português era ameaçado por ingleses e holandeses perante a impotência ou desinteresse da coroa filipina.
Portugal achava-se envolvido nas controvérsias europeias que a coroa filipina estava a atravessar, com muitos riscos para a manutenção dos territórios coloniais, com grandes perdas para os ingleses e, principalmente, para os holandeses em África (São Jorge da Mina, 1637), no Oriente (Ormuz, em 1622 e o Japão, em 1639) e fundamentalmente no Brasil (Salvador, Bahia, em 1624; Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe desde 1630).
Em 12 de Outubro, em casa de D. Antão de Almada, reuniram-se D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo e seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. Decidiu-se então ir chamar o Duque de Bragança a Vila Viçosa para que este assumisse o seu dever de defesa da autonomia portuguesa, assumindo o Ceptro e a Coroa de Portugal.
No dia 1 de Dezembro de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração da Casa de Bragança no trono de Portugal.
1 de Dezembro de 1640 - Restauração da Independência
A capital do Império passou a ser Madrid e Portugal foi governado como uma Província espanhola.
Como é natural, os portugueses viviam descontentes e compreendiam que só uma revolução bem organizada lhes poderia trazer a libertação.
Assim, no dia 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos dirigiu-se ao Paço da Ribeira onde estavam a Duquesa de Mântua, regente de Portugal, e o seu Secretário, Miguel de Vasconcelos.
A Duquesa foi presa e o Secretário morto. Foi assim que Portugal recuperou a sua independência, sendo D. João IV, Duque de Bragança, aclamado rei, com o cognome de "O Restaurador".
Moral da história:
Se os portugueses fossem do tipo "come e cala-te!" neste momento seriamos espanhóis.
E como "de espanha não vem bons ventos nem bons casamentos", ainda bem que em 1640 os portugueses nem pediram o divórcio! Portugal separou-se de espanha através de uma revolução.
Momento engraçado da história:
Disnatia Filipina (Hasburgo) = Espanhóis = ficar sem riquezas!!!
por Gonçalo
Bom feriado!!!
sábado, novembro 29, 2008
Navio Escola Infante Sagres
sexta-feira, novembro 28, 2008
A Nau Catrineta

RICK
Heitor Lourenço tirou curso em psicologia mas é conhecido por ser actor.
RICK
No clube de leitura eu estou a ler o livro:"Falso Stilton".
PNEP (28 de Novembro)


Já agora se quiserem ler o livro de onde a história foi retirada aqui fica o título: "Nata!

- O Pai Natal Guloso
- O Natal das bruxas
- Um homem não chora
- Os três patinadores
- Noite de paz
- As rainhas magas.
Já agora ficam a saber que este livro pertence ao Plano Nacional de Leitura.
Divisões administrativas
Distritos
Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Viseu e Vila Real
Regiões Autónomas
Açores, Madeira.
Pesquisado por Gonçalo
República, Estado Novo e Democracia
A recusa do regime em descolonizar as Províncias Ultramarinas resultou no início da guerra colonial, primeiro em Angola (1961) e em seguida na Guiné (1963) e em Moçambique (1964). Apesar das críticas de alguns dos mais antigos oficiais do Exército, entre os quais o general António de Spínola, o governo parecia determinado em continuar esta política. Com o seu livro Portugal e o Futuro, em que defendia a insustentabilidade de uma solução militar nas guerras do Ultramar, Spínola seria destituído, o que agravou o crescente mal-estar entre os jovens oficiais do Exército, os quais, no dia 25 Abril de 1974 desencadearam um golpe de estado.
Pesquisado por Gonçalo
Extensão máxima do Império Portugês no século XVII

Por não quebrar a aliança com a Inglaterra e recusar-se a aderir ao Bloqueio Continental, Portugal foi invadido pelos exércitos napoleónicos em 1807. A Corte e a família real portuguesa refugiaram-se no Brasil, e a capital deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde permaneceria até 1821, quando D. João VI, desde 1816 rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, regressou a Lisboa para jurar a primeira Constituição. No ano seguinte, o seu filho D. Pedro IV era proclamado imperador do Brasil, mantendo-se, no entanto o império do Brasil e o Reino de Portugal unidos durante cerca de dez anos.
Portugal viveu, no restante século XIX, períodos de enorme perturbação política e social (a guerra civil e repetidas revoltas e pronunciamentos militares, como a Revolução de Setembro, a Maria da Fonte, a Patuleia, etc.) e só com o Acto Adicional à Carta, de 1852, foi possível a acalmia política e o início da política de fomento protagonizada por Fontes Pereira de Melo. No final do século XIX, as ambições coloniais portuguesas chocam com as inglesas, o que está na origem do Ultimato de 1890. A cedência às exigências britânicas e os crescentes problemas económicos lançam a monarquia num descrédito crescente, e D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe são assassinados em 1 de Fevereiro de 1908.
Ficha de leitura

Nome: João Pedro Correia
Título: O vale encantado do Velho Billy
Autor(a): Bruce Peardon
Ilustrador(a): Bruce Peardon
Ano De Edição: 2001
Editora: VDMFK
Tipo de texto: prosa
Personagens Principais: O Velho Billy, o avô canguru e o pequeno canguru.
Outras personagens: Homens e animais.
Tipo de Leitura: Acção
Quando veio o tempo da chuva os homens foram embora e como já estava tudo meio destruído, por causa da chuva que devastou a floresta, o Velho Billy replantou as árvores e fez abrigos para os animais.
Mas um dia tudo tem de morrer e este também foi o destino do Velho Billy, no entanto quando ele morreu permaneceu no coração dos animais e nunca foi esquecido.
quinta-feira, novembro 27, 2008
Conto de Natal (acabadinho de chegar)

Aqui fica mais um conto de Natal que acabou de ser enviado pela Raquel.
Que lindo... Leiam e desfrutem...
Nome: Raquel Moura Marinho
4º A
E. B. 1 de S. Victor
O NATAL DO PAI NATAL
Encontrou, na entrada uma carta que dizia:
“-Olá Pai Natal, eu sou a Raquel, moro numa pequena cidade no norte de Portugal e este ano o meu desejo é que tu também tenhas um natal como nós, com uma árvore de natal, uma lareira acesa, os doces a cheirarem a canela, nozes, pinhões e mel. Também quero que tenhas um presente que tu gostes.
Beijinhos em nome de todas as crianças do mundo.”
O Pai Natal ao ler esta carta ficou comovido, nesse dia já não escolheu as renas, estava pensativo e mesmo um bocado triste.
Eu (Raquel) e as minhas duas amigas sabíamos que a minha casa era a última da sua visita porque é a casa que fica mais a ocidente no continente europeu, então preparámos a ceia para o Pai Natal.
A minha amiga Filipa fez os doces com muito mel, pois o natal este ano estava com muito frio.
A Maria pintou a toalha par a mesa com azevinho, velas e ao centro o Pai Natal um bocado gordo.
A mim coube-me a tarefa de enfeitar o pinheiro com luzes vermelhas, bolas e bonecos que tinha feito na minha escola.
A prenda que lhe fizemos foi um saco ainda maior para levar mais prendas e um fato muito quentinho, pois imaginámos que o dele já estivesse velho é que desde que o conheço veste sempre o mesmo fato!
A Maria, que é muito habilidosa, teve uma outra ideia: fazer um fato azul para o pai natal poder sair da sua cabana na Lapónia durante o resto do ano sem ser conhecido. Também tricotou um gorro azul para o seu novo fato.
Eu ofereci-lhe uma das minhas cordas de saltar, para ele fazer exercícios e emagrecer. Não quero que ele fique doente, para poder continuar a fazer-nos sonhar.
Dia 24 de Dezembro, a noite mais esperada do ano, o Pai Natal depois de ter dado a volta ao mundo a entregar as suas prendas, chegou à minha casa. Desceu discretamente pela chaminé que estava aquecida, e viu tudo o que lhe tínhamos preparado: A árvore de natal, a mesa e os presentes para ele. Em cima da mesa deixei um bilhete que dizia: -Boa noite Pai Natal, mesmo sendo muito tarde, acorda-me por favor, quero fazer-te companhia…
Imaginem, ele, o verdadeiro Pai Natal, que nunca foi visto por nenhum menino, acordou-me. Ouvi a sua voz: - Ouh, ouh,ouh …Abri os olhos, olhei para todos os cantos do meu quarto, fui a correr à sala , mas já não o vi.
Pensei…como foi rápido a sair da minha casa …para o próximo Natal não vou adormecer para cear com o Pai Natal.
Contos de Natal

Estes são alguns dos contos de Natal escritos pelos FANTÁSTICOS alunos do 4º A.
Nome: Filipa
4º A
E. B. 1 de S. Victor
O realizador de sonhos
Era uma vez uma menina que tinha o sonho de ir à lua, quando o realizador de sonhos soube que ainda não tinha realizado esse sonho disse:
-Tenho de realizar este sonho! Mas está a nevar tanto e eu não tenho o meu casaco lavado!
E saiu assim sem casaco para realizar o sonho da menina. Como já conhecia os pais da menina porque já lhes tinha realizado um sonho, foi falar com eles e disse-lhes:
-Vocês têm de realizar o sonho da vossa filha.
-Que sonho, de que é que estás a falar?
-Então vocês ainda não sabem?
-Não!
-É que a vossa filha tem o sonho de ir à lua.
-Ai é?
-Então vamos lá realizá-lo.
Quando chegaram à lua alugaram um andar nas estrelas e divertiram-se à brava.
-Olha uma estrela cadente -disseram os pais da menina.
E foram os três em direcção à estrela. O que eles não sabiam é que a estrela cadente ia parar ao pólo norte e já que estavam lá aproveitaram para realizar também o sonho do realizador de sonhos. Foram directos à fábrica de prendas do pai natal e pediram-lhe que neste Natal não se esquecesse de passar pela casa daquele que passava a vida a realizar os sonhos das outras pessoas.
Nome: José Fernando Brito Mesquita
4º A
E. B. 1 de S. Victor
Uma terra encantada
Numa terra encantada era dia de festa. A festa das crianças.
Todas as pessoas estavam felizes e saltavam de alegria. José pegou na flauta e começou a tocar notas musicais que enfeitiçavam. O Gonçalo pegou no tambor e decidiu acompanhá-lo.
O Francisco tocava trompete, o Jorge tocava violino e o Pedro e o Tiago xilofone, o Bruno e o João Pedro piano e o Paulo Trombone.
O Ricardo orientava as danças. Como era bom! Os outros meninos afinaram as suas belas vozes e assobiaram belas canções de Natal.
A professora Graça dirigia a orquestra. No ar palpitavam miríades de notas musicais que iluminavam o céu.
As outras professoras fizeram uma grinalda fluorescente que brilhava no pinheiro.
A Maria, a Sara, a Raquel, a Bruna A., a Bruna F., a Filipa e a
De repente, a Sara levantou um dedo para o céu e as estrelas e os cometas transformaram-se em luzinhas de Natal.
O Pai Natal atravessava o céu com as suas renas deixando cair presentes e um bilhete com a seguinte mensagem:
“Meninos da Escola de S. Victor, este é o espírito de Natal!!! Todos reunidos num sentimento único de paz e amizade. Feliz Natal!”
O dia chegou….Afinal, tudo tinha sido um sonho…
Nome:
4º A
E. B. 1 de S. Victor
Conto de Natal
Era Natal, Joana tinha frio pois era pobre e não tinha casa. Vagueava pela cidade triste olhando para os seus pés quase congelados. Até que parou para olhar para uma casa onde a alegria crescia de todos os lados. Lá estava um menino que fazia um sorriso de orelha a orelha sempre que abria um presente. Joana sorria mas na verdade sentia-se triste.
De repente tropeçou e rebolou pela montanha abaixo. Levantou-se e lá estava uma senhora que lhe tinha enchido uma mesa com petiscos variados: peru, bacalhau e para a sobremesa, um bom bolo rei. A senhora, no fim do jantar, ofereceu-lhe um belo coração de ouro atado a um fio.
Nesse instante um clarão de luz cobriu a acolhedora casa, e Joana, quando deu por si, estava outra vez no meio da neve. Joana pensava que tinha sido um sonho, mas, na verdade tinha no bolso o coração de ouro. Era na mesma pobre, mas tinha tido um Natal feliz…