sábado, novembro 29, 2008
Navio Escola Infante Sagres
sexta-feira, novembro 28, 2008
A Nau Catrineta

RICK
Heitor Lourenço tirou curso em psicologia mas é conhecido por ser actor.
RICK
No clube de leitura eu estou a ler o livro:"Falso Stilton".
PNEP (28 de Novembro)


Já agora se quiserem ler o livro de onde a história foi retirada aqui fica o título: "Nata!
Natal". Neste livro encontramos cinco histórias de Natal que nos enchem de ternura, já agora aqui ficam os títulos:- O Pai Natal Guloso
- O Natal das bruxas
- Um homem não chora
- Os três patinadores
- Noite de paz
- As rainhas magas.
Já agora ficam a saber que este livro pertence ao Plano Nacional de Leitura.
Divisões administrativas
Distritos
Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Viseu e Vila Real
Regiões Autónomas
Açores, Madeira.
Pesquisado por Gonçalo
República, Estado Novo e Democracia
A recusa do regime em descolonizar as Províncias Ultramarinas resultou no início da guerra colonial, primeiro em Angola (1961) e em seguida na Guiné (1963) e em Moçambique (1964). Apesar das críticas de alguns dos mais antigos oficiais do Exército, entre os quais o general António de Spínola, o governo parecia determinado em continuar esta política. Com o seu livro Portugal e o Futuro, em que defendia a insustentabilidade de uma solução militar nas guerras do Ultramar, Spínola seria destituído, o que agravou o crescente mal-estar entre os jovens oficiais do Exército, os quais, no dia 25 Abril de 1974 desencadearam um golpe de estado.
Pesquisado por Gonçalo
Extensão máxima do Império Portugês no século XVII

Por não quebrar a aliança com a Inglaterra e recusar-se a aderir ao Bloqueio Continental, Portugal foi invadido pelos exércitos napoleónicos em 1807. A Corte e a família real portuguesa refugiaram-se no Brasil, e a capital deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde permaneceria até 1821, quando D. João VI, desde 1816 rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, regressou a Lisboa para jurar a primeira Constituição. No ano seguinte, o seu filho D. Pedro IV era proclamado imperador do Brasil, mantendo-se, no entanto o império do Brasil e o Reino de Portugal unidos durante cerca de dez anos.
Portugal viveu, no restante século XIX, períodos de enorme perturbação política e social (a guerra civil e repetidas revoltas e pronunciamentos militares, como a Revolução de Setembro, a Maria da Fonte, a Patuleia, etc.) e só com o Acto Adicional à Carta, de 1852, foi possível a acalmia política e o início da política de fomento protagonizada por Fontes Pereira de Melo. No final do século XIX, as ambições coloniais portuguesas chocam com as inglesas, o que está na origem do Ultimato de 1890. A cedência às exigências britânicas e os crescentes problemas económicos lançam a monarquia num descrédito crescente, e D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe são assassinados em 1 de Fevereiro de 1908.
Ficha de leitura

Nome: João Pedro Correia
Título: O vale encantado do Velho Billy
Autor(a): Bruce Peardon
Ilustrador(a): Bruce Peardon
Ano De Edição: 2001
Editora: VDMFK
Tipo de texto: prosa
Personagens Principais: O Velho Billy, o avô canguru e o pequeno canguru.
Outras personagens: Homens e animais.
Tipo de Leitura: Acção
Quando veio o tempo da chuva os homens foram embora e como já estava tudo meio destruído, por causa da chuva que devastou a floresta, o Velho Billy replantou as árvores e fez abrigos para os animais.
Mas um dia tudo tem de morrer e este também foi o destino do Velho Billy, no entanto quando ele morreu permaneceu no coração dos animais e nunca foi esquecido.
quinta-feira, novembro 27, 2008
Conto de Natal (acabadinho de chegar)

Aqui fica mais um conto de Natal que acabou de ser enviado pela Raquel.
Que lindo... Leiam e desfrutem...
Nome: Raquel Moura Marinho
4º A
E. B. 1 de S. Victor
O NATAL DO PAI NATAL
Encontrou, na entrada uma carta que dizia:
“-Olá Pai Natal, eu sou a Raquel, moro numa pequena cidade no norte de Portugal e este ano o meu desejo é que tu também tenhas um natal como nós, com uma árvore de natal, uma lareira acesa, os doces a cheirarem a canela, nozes, pinhões e mel. Também quero que tenhas um presente que tu gostes.
Beijinhos em nome de todas as crianças do mundo.”
O Pai Natal ao ler esta carta ficou comovido, nesse dia já não escolheu as renas, estava pensativo e mesmo um bocado triste.
Eu (Raquel) e as minhas duas amigas sabíamos que a minha casa era a última da sua visita porque é a casa que fica mais a ocidente no continente europeu, então preparámos a ceia para o Pai Natal.
A minha amiga Filipa fez os doces com muito mel, pois o natal este ano estava com muito frio.
A Maria pintou a toalha par a mesa com azevinho, velas e ao centro o Pai Natal um bocado gordo.
A mim coube-me a tarefa de enfeitar o pinheiro com luzes vermelhas, bolas e bonecos que tinha feito na minha escola.
A prenda que lhe fizemos foi um saco ainda maior para levar mais prendas e um fato muito quentinho, pois imaginámos que o dele já estivesse velho é que desde que o conheço veste sempre o mesmo fato!
A Maria, que é muito habilidosa, teve uma outra ideia: fazer um fato azul para o pai natal poder sair da sua cabana na Lapónia durante o resto do ano sem ser conhecido. Também tricotou um gorro azul para o seu novo fato.
Eu ofereci-lhe uma das minhas cordas de saltar, para ele fazer exercícios e emagrecer. Não quero que ele fique doente, para poder continuar a fazer-nos sonhar.
Dia 24 de Dezembro, a noite mais esperada do ano, o Pai Natal depois de ter dado a volta ao mundo a entregar as suas prendas, chegou à minha casa. Desceu discretamente pela chaminé que estava aquecida, e viu tudo o que lhe tínhamos preparado: A árvore de natal, a mesa e os presentes para ele. Em cima da mesa deixei um bilhete que dizia: -Boa noite Pai Natal, mesmo sendo muito tarde, acorda-me por favor, quero fazer-te companhia…
Imaginem, ele, o verdadeiro Pai Natal, que nunca foi visto por nenhum menino, acordou-me. Ouvi a sua voz: - Ouh, ouh,ouh …Abri os olhos, olhei para todos os cantos do meu quarto, fui a correr à sala , mas já não o vi.
Pensei…como foi rápido a sair da minha casa …para o próximo Natal não vou adormecer para cear com o Pai Natal.
Contos de Natal
Estes são alguns dos contos de Natal escritos pelos FANTÁSTICOS alunos do 4º A.
Nome: Filipa
4º A
E. B. 1 de S. Victor
O realizador de sonhos
Era uma vez uma menina que tinha o sonho de ir à lua, quando o realizador de sonhos soube que ainda não tinha realizado esse sonho disse:
-Tenho de realizar este sonho! Mas está a nevar tanto e eu não tenho o meu casaco lavado!
E saiu assim sem casaco para realizar o sonho da menina. Como já conhecia os pais da menina porque já lhes tinha realizado um sonho, foi falar com eles e disse-lhes:
-Vocês têm de realizar o sonho da vossa filha.
-Que sonho, de que é que estás a falar?
-Então vocês ainda não sabem?
-Não!
-É que a vossa filha tem o sonho de ir à lua.
-Ai é?
-Então vamos lá realizá-lo.
Quando chegaram à lua alugaram um andar nas estrelas e divertiram-se à brava.
-Olha uma estrela cadente -disseram os pais da menina.
E foram os três em direcção à estrela. O que eles não sabiam é que a estrela cadente ia parar ao pólo norte e já que estavam lá aproveitaram para realizar também o sonho do realizador de sonhos. Foram directos à fábrica de prendas do pai natal e pediram-lhe que neste Natal não se esquecesse de passar pela casa daquele que passava a vida a realizar os sonhos das outras pessoas.
Nome: José Fernando Brito Mesquita
4º A
E. B. 1 de S. Victor
Uma terra encantada
Numa terra encantada era dia de festa. A festa das crianças.
Todas as pessoas estavam felizes e saltavam de alegria. José pegou na flauta e começou a tocar notas musicais que enfeitiçavam. O Gonçalo pegou no tambor e decidiu acompanhá-lo.
O Francisco tocava trompete, o Jorge tocava violino e o Pedro e o Tiago xilofone, o Bruno e o João Pedro piano e o Paulo Trombone.
O Ricardo orientava as danças. Como era bom! Os outros meninos afinaram as suas belas vozes e assobiaram belas canções de Natal.
A professora Graça dirigia a orquestra. No ar palpitavam miríades de notas musicais que iluminavam o céu.
As outras professoras fizeram uma grinalda fluorescente que brilhava no pinheiro.
A Maria, a Sara, a Raquel, a Bruna A., a Bruna F., a Filipa e a
De repente, a Sara levantou um dedo para o céu e as estrelas e os cometas transformaram-se em luzinhas de Natal.
O Pai Natal atravessava o céu com as suas renas deixando cair presentes e um bilhete com a seguinte mensagem:
“Meninos da Escola de S. Victor, este é o espírito de Natal!!! Todos reunidos num sentimento único de paz e amizade. Feliz Natal!”
O dia chegou….Afinal, tudo tinha sido um sonho…
Nome:
4º A
E. B. 1 de S. Victor
Conto de Natal
Era Natal, Joana tinha frio pois era pobre e não tinha casa. Vagueava pela cidade triste olhando para os seus pés quase congelados. Até que parou para olhar para uma casa onde a alegria crescia de todos os lados. Lá estava um menino que fazia um sorriso de orelha a orelha sempre que abria um presente. Joana sorria mas na verdade sentia-se triste.
De repente tropeçou e rebolou pela montanha abaixo. Levantou-se e lá estava uma senhora que lhe tinha enchido uma mesa com petiscos variados: peru, bacalhau e para a sobremesa, um bom bolo rei. A senhora, no fim do jantar, ofereceu-lhe um belo coração de ouro atado a um fio.
Nesse instante um clarão de luz cobriu a acolhedora casa, e Joana, quando deu por si, estava outra vez no meio da neve. Joana pensava que tinha sido um sonho, mas, na verdade tinha no bolso o coração de ouro. Era na mesma pobre, mas tinha tido um Natal feliz…


