sábado, novembro 29, 2008

glitters

Navio Escola Infante Sagres

O Infante D. Henrique é a figura de proa do Navio Escola. "Sagres", terceiro filho de D. João I, foi o grande impulsionador dos descobrimentos portugueses.

Por Gonçalo

sexta-feira, novembro 28, 2008

Réplica com motor da Nau Santa Maria.


Por Gonçalo

A Nau Catrineta




A Nau Catrineta é um poema romanceado por um anónimo, relativo às viagens para o Brasil ou para o Oriente. Segundo Almeida Garrett, o romance popular A Nau Catrineta terá sido baseado no episódio sobre o Naufrágio que passou Jorge de Albuquerque Coelho, vindo do Brasil, no ano de 1565, que integra a História Trágico-Marítima. Este poema, que Garrett incluiu no seu Romanceiro (1843-1851), foi bastante difundido pelos países setentrionais.Diz a lenda que decorria o ano de 1565 quando saiu de Pernambuco a nau "Santo António" com destino a Lisboa, levando a bordo Jorge de Albuquerque Coelho, filho do fundador daquela cidade. Pouco depois de deixarem terra, avistaram uma embarcação que vinha na sua direcção e que identificaram como um navio corsário francês, que pilhava os barcos naquelas paragens. Dado o alerta, pouco adiantou desfraldarem todas as velas, pois o "Santo António" tinha os porões demasiado carregados. A abordagem dos corsários foi rápida e eficaz: a nau foi saqueada com todos os seus haveres e deixada à deriva no mar sob o sol escaldante. Os tripulantes mais fracos ou feridos em combate foram morrendo de sede e de escorbuto e os que iam sobrevivendo não esperavam melhor sorte. O desespero apoderou-se dos marinheiros e um deles cheio de fome tentou arrancar pedaços de carne de um companheiro moribundo. Alertados pelos gemidos do homem, acercaram-se dele todos os sobreviventes, uns, para evitarem a acção desesperada, e outros, para nela participarem. Os ânimos estavam já muito exaltados, quando a voz de Jorge de Albuquerque Coelho se levantou, aconselhando-lhes calma e apelando para a sua dignidade de homens. Os marinheiros serenaram, enquanto a nau continuava à deriva. Por fim, foi avistada terra portuguesa, onde todos foram acolhidos e tratados. Conta-se que, muitos anos depois, Jorge de Albuquerque Coelho, já de idade avançada, se sentava em frente ao mar rodeado de amigos para contar a sua história que começava assim: "Lá vem a nau Catrineta, que tem muito que contar. Ouvi, agora, senhores, uma história de pasmar...".

Por Gonçalo

RICK

Amanhã falamos.

RICK

O meu é ma_li821@hotmail.com

RICK

Não mas podemos falar aqui.

ricardo tens mensenger?

o meu é poetacanino1@hotmail.com

RICK

Eu tenho um livro escrito por Heitor Lourenço,que se chama :"As histórias da Dona Esperança".
Heitor Lourenço tirou curso em psicologia mas é conhecido por ser actor.

sou o Gonçalo e a minha mãe.

RICK

Quem está aí?

RICK

Eu adoro os livros do Geronimo Stilton.
No clube de leitura eu estou a ler o livro:"Falso Stilton".

OLÁ RICARDO!!!

PNEP (28 de Novembro)




Hoje no PNEP lemos a história:"O Natal das bruxas" que tem como autoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Primeiro lemos a história silenciosamente e preenchemos as lacunas do texto com as palavras que nos foram dadas pela professora e depois lemos o conto em voz alta. Quando já estávamos bem treinados o professor Eduardo ajudou-nos a gravar a nossa leitura.
Já agora se quiserem ler o livro de onde a história foi retirada aqui fica o título: "Nata! Natal". Neste livro encontramos cinco histórias de Natal que nos enchem de ternura, já agora aqui ficam os títulos:
  • O Pai Natal Guloso
  • O Natal das bruxas
  • Um homem não chora
  • Os três patinadores
  • Noite de paz
  • As rainhas magas.
No fim escrevemos uma carta ao Pai Natal cumprindo todas as regras.
Já agora ficam a saber que este livro pertence ao Plano Nacional de Leitura.

Divisões administrativas

As principais divisões administrativas de Portugal são, ainda, os 18 distritos no continente e as duas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira, que se subdividem em 308 concelhos e 4257 freguesias. Mas o país tem muitas outras formas de organização territorial.

Distritos
Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Viseu e Vila Real

Regiões Autónomas
Açores, Madeira.

Pesquisado por Gonçalo

República, Estado Novo e Democracia

A República é pouco depois instaurada, em 5 de Outubro de 1910, e o jovem rei D. Manuel II parte para o exílio em Inglaterra. Após vários anos de instabilidade política, com lutas de trabalhadores, tumultos, levantamentos, homicídios políticos e crises financeiras (problemas que a participação na I Guerra Mundial contribuiu para aprofundar), o Exército tomou o Poder, em 1926. O regime militar nomeou ministro das Finanças António de Oliveira Salazar, professor da Universidade de Coimbra, que pouco depois foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros (1932). Ao mesmo tempo que restaurou as finanças, instituiu o Estado Novo, regime corporativo, tradicionalista e autoritário, com afinidades bem marcadas com o fascismo pelo menos até 1945. Em 1968, afastado do poder por doença, sucedeu-lhe Marcelo Caetano.
A recusa do regime em descolonizar as Províncias Ultramarinas resultou no início da guerra colonial, primeiro em Angola (1961) e em seguida na Guiné (1963) e em Moçambique (1964). Apesar das críticas de alguns dos mais antigos oficiais do Exército, entre os quais o general António de Spínola, o governo parecia determinado em continuar esta política. Com o seu livro Portugal e o Futuro, em que defendia a insustentabilidade de uma solução militar nas guerras do Ultramar, Spínola seria destituído, o que agravou o crescente mal-estar entre os jovens oficiais do Exército, os quais, no dia 25 Abril de 1974 desencadearam um golpe de estado.

Pesquisado por Gonçalo

Extensão máxima do Império Portugês no século XVII




O final do século XVII e a primeira metade do século XVIII Portugal assiste ao florescimento da exploração mineira do Brasil, onde se descobriram ouro e pedras preciosas que fizeram de D. João V um dos monarcas mais opulentos da Europa, que serviram apenas para pagar os produtos importados, maioritariamente de Inglaterra uma vez Portugal ter abdicado da continuidade de Reformas iniciadas pelo 3º Conde da Ericeira, que beneficiava industrialização do País (a exemplo: Não existia indústria têxtil no País e todos os tecidos eram importados de Inglaterra), o comércio externo baseava-se na indústria do vinho e O desenvolvimento económico do reino baseou-se, nos esforços do Marquês de Pombal, ministro de D. José entre 1750 e 1777, para inverter a situação com grandes reformas mercantilistas, acabando mesmo por perseguir diversos opositores como é o caso dos Távoras. Foi neste reinado que um sismo devastou Lisboa e o Algarve, a 1 de Novembro de 1755.
Por não quebrar a aliança com a Inglaterra e recusar-se a aderir ao Bloqueio Continental, Portugal foi invadido pelos exércitos napoleónicos em 1807. A Corte e a família real portuguesa refugiaram-se no Brasil, e a capital deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde permaneceria até 1821, quando D. João VI, desde 1816 rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, regressou a Lisboa para jurar a primeira Constituição. No ano seguinte, o seu filho D. Pedro IV era proclamado imperador do Brasil, mantendo-se, no entanto o império do Brasil e o Reino de Portugal unidos durante cerca de dez anos.
Portugal viveu, no restante século XIX, períodos de enorme perturbação política e social (a guerra civil e repetidas revoltas e pronunciamentos militares, como a Revolução de Setembro, a Maria da Fonte, a Patuleia, etc.) e só com o Acto Adicional à Carta, de 1852, foi possível a acalmia política e o início da política de fomento protagonizada por Fontes Pereira de Melo. No final do século XIX, as ambições coloniais portuguesas chocam com as inglesas, o que está na origem do Ultimato de 1890. A cedência às exigências britânicas e os crescentes problemas económicos lançam a monarquia num descrédito crescente, e D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe são assassinados em 1 de Fevereiro de 1908.

Pesquisado por Gonçalo

Ficha de leitura



Nome: João Pedro Correia
Título: O vale encantado do Velho Billy
Autor(a): Bruce Peardon
Ilustrador(a): Bruce Peardon
Ano De Edição: 2001
Editora: VDMFK
Tipo de texto: prosa
Personagens Principais: O Velho Billy, o avô canguru e o pequeno canguru.
Outras personagens: Homens e animais.
Tipo de Leitura: Acção

O livro que li fala de: uns homens que vieram viver para a floresta. Esses homens deitavam tudo o que consideravam inútil fora ou abaixo. No entanto, nesse grupo de homens havia um homem que não era como os outros, ele amava a natureza, chamava-se Velho Billy.
Quando veio o tempo da chuva os homens foram embora e como já estava tudo meio destruído, por causa da chuva que devastou a floresta, o Velho Billy replantou as árvores e fez abrigos para os animais.
Mas um dia tudo tem de morrer e este também foi o destino do Velho Billy, no entanto quando ele morreu permaneceu no coração dos animais e nunca foi esquecido.

quinta-feira, novembro 27, 2008

Conto de Natal (acabadinho de chegar)


Aqui fica mais um conto de Natal que acabou de ser enviado pela Raquel.
Que lindo... Leiam e desfrutem...

Nome: Raquel Moura Marinho
4º A
E. B. 1 de S. Victor



O NATAL DO PAI NATAL

No princípio do mês de Dezembro, o Pai Natal foi à feira escolher as suas renas para o trenó.
Encontrou, na entrada uma carta que dizia:
“-Olá Pai Natal, eu sou a Raquel, moro numa pequena cidade no norte de Portugal e este ano o meu desejo é que tu também tenhas um natal como nós, com uma árvore de natal, uma lareira acesa, os doces a cheirarem a canela, nozes, pinhões e mel. Também quero que tenhas um presente que tu gostes.
Beijinhos em nome de todas as crianças do mundo.”
O Pai Natal ao ler esta carta ficou comovido, nesse dia já não escolheu as renas, estava pensativo e mesmo um bocado triste.
Eu (Raquel) e as minhas duas amigas sabíamos que a minha casa era a última da sua visita porque é a casa que fica mais a ocidente no continente europeu, então preparámos a ceia para o Pai Natal.
A minha amiga Filipa fez os doces com muito mel, pois o natal este ano estava com muito frio.
A Maria pintou a toalha par a mesa com azevinho, velas e ao centro o Pai Natal um bocado gordo.
A mim coube-me a tarefa de enfeitar o pinheiro com luzes vermelhas, bolas e bonecos que tinha feito na minha escola.
A prenda que lhe fizemos foi um saco ainda maior para levar mais prendas e um fato muito quentinho, pois imaginámos que o dele já estivesse velho é que desde que o conheço veste sempre o mesmo fato!
A Maria, que é muito habilidosa, teve uma outra ideia: fazer um fato azul para o pai natal poder sair da sua cabana na Lapónia durante o resto do ano sem ser conhecido. Também tricotou um gorro azul para o seu novo fato.
Eu ofereci-lhe uma das minhas cordas de saltar, para ele fazer exercícios e emagrecer. Não quero que ele fique doente, para poder continuar a fazer-nos sonhar.
Dia 24 de Dezembro, a noite mais esperada do ano, o Pai Natal depois de ter dado a volta ao mundo a entregar as suas prendas, chegou à minha casa. Desceu discretamente pela chaminé que estava aquecida, e viu tudo o que lhe tínhamos preparado: A árvore de natal, a mesa e os presentes para ele. Em cima da mesa deixei um bilhete que dizia: -Boa noite Pai Natal, mesmo sendo muito tarde, acorda-me por favor, quero fazer-te companhia…
Imaginem, ele, o verdadeiro Pai Natal, que nunca foi visto por nenhum menino, acordou-me. Ouvi a sua voz: - Ouh, ouh,ouh …Abri os olhos, olhei para todos os cantos do meu quarto, fui a correr à sala , mas já não o vi.
Pensei…como foi rápido a sair da minha casa …para o próximo Natal não vou adormecer para cear com o Pai Natal.

Contos de Natal


Estes são alguns dos contos de Natal escritos pelos FANTÁSTICOS alunos do 4º A.


Nome: Filipa Manuela Pereira

4º A

E. B. 1 de S. Victor

O realizador de sonhos

Era uma vez uma menina que tinha o sonho de ir à lua, quando o realizador de sonhos soube que ainda não tinha realizado esse sonho disse:

-Tenho de realizar este sonho! Mas está a nevar tanto e eu não tenho o meu casaco lavado! É verdade, estamos na véspera de natal, se eu pedisse uma prenda ao pai Natal?! Mas é inútil, ele nunca me deu uma prenda!

E saiu assim sem casaco para realizar o sonho da menina. Como já conhecia os pais da menina porque já lhes tinha realizado um sonho, foi falar com eles e disse-lhes:

-Vocês têm de realizar o sonho da vossa filha.

-Que sonho, de que é que estás a falar?

-Então vocês ainda não sabem?

-Não!

-É que a vossa filha tem o sonho de ir à lua.

-Ai é?

-Então vamos lá realizá-lo.

Quando chegaram à lua alugaram um andar nas estrelas e divertiram-se à brava.

-Olha uma estrela cadente -disseram os pais da menina.

E foram os três em direcção à estrela. O que eles não sabiam é que a estrela cadente ia parar ao pólo norte e já que estavam lá aproveitaram para realizar também o sonho do realizador de sonhos. Foram directos à fábrica de prendas do pai natal e pediram-lhe que neste Natal não se esquecesse de passar pela casa daquele que passava a vida a realizar os sonhos das outras pessoas.




Nome: José Fernando Brito Mesquita

4º A

E. B. 1 de S. Victor

Uma terra encantada

Numa terra encantada era dia de festa. A festa das crianças.

Todas as pessoas estavam felizes e saltavam de alegria. José pegou na flauta e começou a tocar notas musicais que enfeitiçavam. O Gonçalo pegou no tambor e decidiu acompanhá-lo.

O Francisco tocava trompete, o Jorge tocava violino e o Pedro e o Tiago xilofone, o Bruno e o João Pedro piano e o Paulo Trombone.

O Ricardo orientava as danças. Como era bom! Os outros meninos afinaram as suas belas vozes e assobiaram belas canções de Natal.

A professora Graça dirigia a orquestra. No ar palpitavam miríades de notas musicais que iluminavam o céu.

As outras professoras fizeram uma grinalda fluorescente que brilhava no pinheiro.

A Maria, a Sara, a Raquel, a Bruna A., a Bruna F., a Filipa e a Maria João calçaram os seus belos sapatinhos com guizos dourados e começaram a dançar. Com a sua alegria contagiavam novos e velhos.

De repente, a Sara levantou um dedo para o céu e as estrelas e os cometas transformaram-se em luzinhas de Natal.

O Pai Natal atravessava o céu com as suas renas deixando cair presentes e um bilhete com a seguinte mensagem:

“Meninos da Escola de S. Victor, este é o espírito de Natal!!! Todos reunidos num sentimento único de paz e amizade. Feliz Natal!”

O dia chegou….Afinal, tudo tinha sido um sonho…





Nome: Ricardo Pinto Baptista

4º A

E. B. 1 de S. Victor

Conto de Natal

Era Natal, Joana tinha frio pois era pobre e não tinha casa. Vagueava pela cidade triste olhando para os seus pés quase congelados. Até que parou para olhar para uma casa onde a alegria crescia de todos os lados. Lá estava um menino que fazia um sorriso de orelha a orelha sempre que abria um presente. Joana sorria mas na verdade sentia-se triste.

De repente tropeçou e rebolou pela montanha abaixo. Levantou-se e lá estava uma senhora que lhe tinha enchido uma mesa com petiscos variados: peru, bacalhau e para a sobremesa, um bom bolo rei. A senhora, no fim do jantar, ofereceu-lhe um belo coração de ouro atado a um fio.

Nesse instante um clarão de luz cobriu a acolhedora casa, e Joana, quando deu por si, estava outra vez no meio da neve. Joana pensava que tinha sido um sonho, mas, na verdade tinha no bolso o coração de ouro. Era na mesma pobre, mas tinha tido um Natal feliz…