sexta-feira, janeiro 16, 2009
segunda-feira, janeiro 12, 2009
Ainda a neve... (por Gonçalo)
domingo, janeiro 11, 2009
O DIA DE REIS (por FILIPA)
No dia 6 de Janeiro fomos cantar os Reis. Fomos cantar os Reis a muitos sítios, como: à gráfica, ao "Tubo azul", a dois cafés e à Junta de Freguesia de S.Victor. No regresso à escola, como já passava um bocado das 3:30, a professora Graça não pode dar os doces, mas não fez mal, porque no dia seguinte a barriga ainda esperava.
Foi um dia doce!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Foi um dia doce!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Trabalhar com o compasso (por FILIPA)
No dia 8 de Dezembro trabalhámos com o compasso. Fizemos tudo à base de circunferências e semi-circunferências . Fizemos uma rosácea cada um e um animal à escolha. Ficaram todos um espectáculo!!!
Agora já sei fazer circunferências, e tu?
Agora já sei fazer circunferências, e tu?
Trabalhar com o compasso
No dia 8 de Janeiro trabalhámos com o compasso... Foi muito interessante! Com circunferências e semi-circunferências fizemos rosáceas e desenhámos um animal à nossa escolha.
Aqui ficam alguns exemplos do nosso trabalho.
Aqui ficam alguns exemplos do nosso trabalho.
Nevou em Braga (Fernando)
De manhã estávamos nós na escola e NEVOU!!!!!! Ficámos tão contentes.... E vejam só a nossa sorte... não é que a nossa professora tinha trazido a máquina fotográfica??!!!!
Foi tão divertido, tirámos fotografias, fizemos bolas e atirámos uns aos outros. Foi um dos dias mais emocionantes das nossas pequenas vidas...
Nevou na escola de S. Victor


Dia 9 de Janeiro nevou na escola de S. Victor, mas não foi uma neve qualquer, foi a neve das nossas vidas. Já devem saber porquê!...
Para quem não sabe, eu vou explicar, nós nunca vimos neve.
Devem saber que ficamos maravilhados e eufóricos. Fizemos guerras de neve e anjos de neve.
Mas a neve tem de derreter algum dia mas ainda tivemos tempo para fazer um boneco de neve, olhem se não ficou um espectáculo.
João Pedro Correia
Nevou em Braga
No dia 9 de Janeiro, nevou na nossa escola, e claro, em Braga. Começou por cair uns pequenos flocos de neve que ao tocar no chão derretiam. Mas já chegou para os alunos que nunca tinham visto neve (e os que já tinham) começarem a dizer que foi a primeira vez que viram nevar na escola! Os alunos foram para as aulas mas no intervalo a professora viu que estava tudo branco, e disse que podiam brincar na neve!
Voltámos para a sala com as «mãos geladas» e a neve derreteu contra a vontade de muitos alunos, mas à tarde um aluno e sua mãe trouxeram neve e a turma fez um boneco de neve!
Para estes alunos foi um dia em grande! Adeus e até à próxima!
Voltámos para a sala com as «mãos geladas» e a neve derreteu contra a vontade de muitos alunos, mas à tarde um aluno e sua mãe trouxeram neve e a turma fez um boneco de neve!
Para estes alunos foi um dia em grande! Adeus e até à próxima!
Gustavo Francisco
11/01/2009
sexta-feira, janeiro 09, 2009
O pequeno boneco de neve da turma (por Gonçalo)
Eu na hora de almoço fui com os meus pais ver a neve. Fomos ao Sameiro e ao Bom Jesus. Como na cidade ja tinha derretido a neve, eu trouxe uma bola de neve e uma saca de plástico com neve para fazer um boneco de neve com os meus colegas. Ja na escola, com a ajuda da Prof. Arminda, arranjaram tampas de plástico para fazer de olhos, boca e até um pequeno chapéu. Digam lá se o boneco não ficou giríssimo?
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Já me dá o apetite!!!!!!!!(Por Bruna Alexandra
Bolo Rei é um bolo tradicional português que se come na consoada por alturas do Natal (25 de Dezembro) até ao Dia de Reis (6 de Janeiro), numa clara alusão aos mesmos (reis magos). De forma redonda com grande buraco no centro lembra uma coroa pintalgada por frutos secos e cristalizados.No interior do bolo Rei encontram-se misturadas com a massa branca e fofa: passas, frutos secos, frutas cristalizadas além da caraterística fava, dizendo a tradição que tem o direito a pedir um desejo quem tal fava lhe calhar em fatia (ou muitas vezes cabendo-lhe o pagamento do jantar). Inicialmente escondia-se também em cada bolo rei uma pequenina surpresa ou brinde. A inclusão de brinde foi proibida pela União Europeia, por alegados motivos de segurança, já que o brinde é feito de metal.
No Brasil também existe a tradição do Bolo Rei, que remonta ao período colonial e é uma herança cultural portuguesa. À pessoa que encontra a fava, cabe o dever de oferecer em retribuição ao dono da casa, no ano seguinte, um Bolo Rei.
Por Bruna Alexandra

Os Três Reis Magos ou simplesmente Magos, Melquior, Baltazar e Gaspar, são personagens da narrativa cristãque visitaram Jesus após seu nascimento (Evangelho de Mateus). A Escritura diz uns magos, que não seriam, portanto, reis nem necessariamente três e, sim, talvez, sacerdotes da religião zoroástrica da Pérsia ou conselheiros. Como não diz quantos eram, diz-se três pela quantia dos presentes oferecidos.
Talvez fossem astrólogos ou astrônomos, pois, segundo consta, viram uma estrela e foram, por isso, até a região onde nascera Jesus, dito o Cristo. Assim os magos sabendo que se tratava do nascimento de um rei, foram ao palácio do cruel rei Herodes em Jerusalém na Judéia. Perguntaram eles ao rei sobre a criança. Este disse nada saber. Herodes alarmou-se e sentiu-se ameaçado, e pediu aos magos que, se o encontrassem, falassem a ele, pois iria adorá-lo também, embora suas intenções fossem a de matá-lo. Até que os magos chegassem ao local onde estava o menino, já havia se passado algum tempo, por causa da distância percorridas, assim a tradição atribuiu à visitação dos Magos o dia 6 de janeiro.
A estrela, conta o evangelho, os precedia e parou por sobre onde estava o menino Jesus. "E vendo a estrela, alegraram-se eles com grande e intenso júbilo" (Mt 2, 10). "Os Magos ofereceram três presentes ao menino Jesus: ouro, incenso e mirra, cujo significado e simbolismo espiritual é, juntamente com a própria visitação dos magos, ser um resumo do evangelho e da fé cristã, embora existam outras especulações respeito do significado das dádivas dadas por eles. O ouro pode representa a realeza (além providência divina para sua futura fuga ao Egito, quando Herodes mandaria matar todos os meninos até dois anos de idade de Belém). O incenso pode representar a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus assim como a fumaça sobe ao céu (Salmos 141:2). A mirra, resina antiséptica usada em embalsamamentos desde o Egito antigo, nos remete ao gênero da morte de Jesus, o martírio, sendo que um composto de mirra e aloés foi usado no embalsamamento de Jesus (João 19: 39 e 40), sendo que estudos no Sudário de Turim encontraram estes produtos.
"Entrando na casa, viram o menino (Jesus), com Maria sua mãe. Prostando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra." (Mt 2, 11).
"Sendo por divina advertência prevenidos em sonho a não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra" (Mt 2, 12). Nada mais a Escritura diz sobre essa história cheia de poesia, não havendo também quaisquer outros documentos históricos sobre eles.
Devemos aos Magos a tradição de trocar presentes no Natal. Dos seus presentes dos Magos surgiu essa tradição em celebração do nascimento de Jesus. Em diversos países a principal troca de presentes é feita não no Natal, mas no dia 6 de janeiro, e os pais muitas vezes se fantasiam de reis magos.
A melhor descrição dos reis magos foi feita por São Beda, o Venerável , que no seu tratado “Excerpta et Colletanea” assim relata: “Melquior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltazar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”.
Quanto a seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspecionar”, Melquior quer dizer: “Meu Rei é Luz”, e Baltazar se traduz por “Deus manifesta o Rei”.
Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, representando as três raças humanas existentes, em idades diferentes. Assim, Melquior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza; Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade; e Baltazar, mirra em reconhecimento da humanidade.
A exegese vê na chegada dos reis magos o cumprimento a profecia contida no livro dos Salmo (Sl. 71, 11): “Os reis de toda a terra hão de adorá-Lo”.
Os três Reis Magos adorando o Menino Jesus.
Talvez fossem astrólogos ou astrônomos, pois, segundo consta, viram uma estrela e foram, por isso, até a região onde nascera Jesus, dito o Cristo. Assim os magos sabendo que se tratava do nascimento de um rei, foram ao palácio do cruel rei Herodes em Jerusalém na Judéia. Perguntaram eles ao rei sobre a criança. Este disse nada saber. Herodes alarmou-se e sentiu-se ameaçado, e pediu aos magos que, se o encontrassem, falassem a ele, pois iria adorá-lo também, embora suas intenções fossem a de matá-lo. Até que os magos chegassem ao local onde estava o menino, já havia se passado algum tempo, por causa da distância percorridas, assim a tradição atribuiu à visitação dos Magos o dia 6 de janeiro.
A estrela, conta o evangelho, os precedia e parou por sobre onde estava o menino Jesus. "E vendo a estrela, alegraram-se eles com grande e intenso júbilo" (Mt 2, 10). "Os Magos ofereceram três presentes ao menino Jesus: ouro, incenso e mirra, cujo significado e simbolismo espiritual é, juntamente com a própria visitação dos magos, ser um resumo do evangelho e da fé cristã, embora existam outras especulações respeito do significado das dádivas dadas por eles. O ouro pode representa a realeza (além providência divina para sua futura fuga ao Egito, quando Herodes mandaria matar todos os meninos até dois anos de idade de Belém). O incenso pode representar a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus assim como a fumaça sobe ao céu (Salmos 141:2). A mirra, resina antiséptica usada em embalsamamentos desde o Egito antigo, nos remete ao gênero da morte de Jesus, o martírio, sendo que um composto de mirra e aloés foi usado no embalsamamento de Jesus (João 19: 39 e 40), sendo que estudos no Sudário de Turim encontraram estes produtos.
"Entrando na casa, viram o menino (Jesus), com Maria sua mãe. Prostando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra." (Mt 2, 11).
"Sendo por divina advertência prevenidos em sonho a não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra" (Mt 2, 12). Nada mais a Escritura diz sobre essa história cheia de poesia, não havendo também quaisquer outros documentos históricos sobre eles.
Devemos aos Magos a tradição de trocar presentes no Natal. Dos seus presentes dos Magos surgiu essa tradição em celebração do nascimento de Jesus. Em diversos países a principal troca de presentes é feita não no Natal, mas no dia 6 de janeiro, e os pais muitas vezes se fantasiam de reis magos.
A melhor descrição dos reis magos foi feita por São Beda, o Venerável , que no seu tratado “Excerpta et Colletanea” assim relata: “Melquior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltazar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”.
Quanto a seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspecionar”, Melquior quer dizer: “Meu Rei é Luz”, e Baltazar se traduz por “Deus manifesta o Rei”.
Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, representando as três raças humanas existentes, em idades diferentes. Assim, Melquior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza; Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade; e Baltazar, mirra em reconhecimento da humanidade.
A exegese vê na chegada dos reis magos o cumprimento a profecia contida no livro dos Salmo (Sl. 71, 11): “Os reis de toda a terra hão de adorá-Lo”.
Os três Reis Magos adorando o Menino Jesus.
Por Bruna Alexandra

O Cabo da Boa Esperança é um cabo situado perto do extremo sul do continente Africano. Foi dobrado pela primeira vez em 1488 pelo navegador português Bartolomeu Dias. Contam as crónicas da época que, como foi avistado depois de vários dias em que os marinheiros sofreram violentas tempestades (tormentas), Bartolomeu Dias lhe pôs o nome de Cabo das Tormentas, mas o rei João II de Portugal mudou-lhe o nome porque, ao ser dobrado, mostrou a ligação entre o Oceano Atlântico e o Oceano Índico e prometia a tão desejada chegada à Índia. Chamou-lhe, por isso, Cabo da Boa Esperança - o topónimo que se perpetuou.
«Partidos dali, houveram vista daquele grande e notável cabo, ao qual por causa dos perigos e tormentas em o dobrar lhe puseram o nome de Tormentoso, mas el-rei D. João II lhe chamou cabo da Boa Esperança, por aquilo que prometia para o descobrimento da Índia tão desejada.»
quinta-feira, janeiro 01, 2009
Querida amiga Graça (por Raquel)


Hoje cheguei a Madagáscar, a viagem foi longa, mas consegui.
Vou contar-te a minha aventura que tive no avião.
Na primeira hora, a hospedeira deixou cair o chá que ia distribuir. Bem foi um escândalo!
Passadas duas horas assustámo-nos todos, o piloto disse que estávamos a perder altitude causada pelos ventos. Começámos todos a puxar a máscara de oxigénio, o colete salva-vidas e a caixa de primeiros socorros.
Felizmente tudo isto não passou de um engano provocado por um erro de leitura, pois toda a gente se pode enganar!
Ah! Mas mesmo assim, quando chegámos desmaiámos quase todos.
A viagem foi … não sei explicar...
Beijinhos da tua amiga Raquel
Vou contar-te a minha aventura que tive no avião.
Na primeira hora, a hospedeira deixou cair o chá que ia distribuir. Bem foi um escândalo!
Passadas duas horas assustámo-nos todos, o piloto disse que estávamos a perder altitude causada pelos ventos. Começámos todos a puxar a máscara de oxigénio, o colete salva-vidas e a caixa de primeiros socorros.
Felizmente tudo isto não passou de um engano provocado por um erro de leitura, pois toda a gente se pode enganar!
Ah! Mas mesmo assim, quando chegámos desmaiámos quase todos.
A viagem foi … não sei explicar...
Beijinhos da tua amiga Raquel
Festa de Natal 2008-12-16 (por Raquel)

Bip! Bip! Já estou a chegar, mas estava tanto trânsito que pensei que ia chegar atrasada.
Uma vez na escola já nem tirei o casaco, pois para quê?! O autocarro estava mesmo a chegar para nos levar para a festa de Natal, a qual foi oferecida pelo Sr. presidente da junta de S. Victor.
O autocarro subia, descia, ora virava para a esquerda, ora para a direita… Bom finalmente chegámos ao parque de exposições com os meus colegas e as nossas professoras.
Começámos a cantar, depois vimos as apresentações e a seguir veio a entrega dos prémios e aí sim foi interessante, mas mesmo muito interessante, especialmente porque a Maria e o Francisco ganharam um prémio.
Para acabar veio o lanche e seguiu-se a despedida.
Uma vez na escola já nem tirei o casaco, pois para quê?! O autocarro estava mesmo a chegar para nos levar para a festa de Natal, a qual foi oferecida pelo Sr. presidente da junta de S. Victor.
O autocarro subia, descia, ora virava para a esquerda, ora para a direita… Bom finalmente chegámos ao parque de exposições com os meus colegas e as nossas professoras.
Começámos a cantar, depois vimos as apresentações e a seguir veio a entrega dos prémios e aí sim foi interessante, mas mesmo muito interessante, especialmente porque a Maria e o Francisco ganharam um prémio.
Para acabar veio o lanche e seguiu-se a despedida.
terça-feira, dezembro 30, 2008
A ida ao circo (por Filipa)

No último dia de aulas fomos ao circo. Tínhamos de estar todos lá ás 9:00horas, que era a hora da suposta chegada do autocarro. Mas como disse... suposta, pois, na verdade, só chegou passado alguns minutos. Depois de ele chegar partimos para o circo lá actuaram: acrobatas, palhaços, trapezistas e mágicos fazendo mais do que um truque. E todos eles falavam línguas diferentes, provavelmente para passarem de uns países para os outros tiveram de aprender uns com os outros línguas novas.
segunda-feira, dezembro 29, 2008
POR FILIPA
Amigos e professoras espero que tenham um feliz ano novo junto dos vossos familiares e claro rodeados de muitos doces. Mas não comam de mais porque de certeza que os vossos amigos e familiares também quererão comer um pouco até porque também têm direito.
MAS TUDO ISTO SÓ PARA DIZER, QUE TENHAM UM FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!!!
MAS TUDO ISTO SÓ PARA DIZER, QUE TENHAM UM FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!!!
domingo, dezembro 28, 2008
Feliz Ano Novo ( profª Graça)

Pois é o Natal já lá vai....
Espero que tenham passado uma consoada recheada de amor e carinho na companhia das vossas famílias!!
Através desta mensagem quero agora desejar-vos um FELIZ ANO NOVO repleto de coisas boas... E se Deus quiser para o ano de 2009 lá nos encontraremos na sala 1 ( a maior!!!!) de S. Victor para continuarmos a partilhar as nossas vidas.
Feliz Ano Novo para as "amélias", para os "amélios" e respectivas famílias.
Beijinhos e abracinhos!!!!!!!!!!!!!!
Graça Campos
Espero que tenham passado uma consoada recheada de amor e carinho na companhia das vossas famílias!!
Através desta mensagem quero agora desejar-vos um FELIZ ANO NOVO repleto de coisas boas... E se Deus quiser para o ano de 2009 lá nos encontraremos na sala 1 ( a maior!!!!) de S. Victor para continuarmos a partilhar as nossas vidas.
Feliz Ano Novo para as "amélias", para os "amélios" e respectivas famílias.
Beijinhos e abracinhos!!!!!!!!!!!!!!
Graça Campos
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